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| Anvisa coloca em questão a vocação de farmácias e drogarias |
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| 26/08/2009 - 9:28 | Luana Rodrigues |
A proibição da venda de produtos alimentares e outros não alinhados com o segmento farmacêutico, determinada por resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), poderá resultar numa restauração do papel e da missão das farmácias e drogarias em todo o País. Medicamentos ficarão atrás dos balcões e apenas produtos cosméticos e fitoterápicos, entre outros, poderão permanecer acessíveis ao público. A Resolução de Boas Práticas Farmacêuticas (RDC 44/2009, da Anvisa) foi publicada no Diário Oficial da União no dia 18 de agosto.
A retirada de produtos e gôndolas não permitidos e localizados à frente dos balcões das farmácias e drogarias deverá liberar cerca de 40% do espaço das lojas, que poderá ser utilizado na renovação e inovação de serviços, atendimento e relacionamento com consumidores e a comunidade, segundo o especialista Fernando Silveira, consultor do Sebrae em Minas Gerais. Ele atua no projeto Farmácia Atual, desenvolvido pela Instituição no Estado desde 2005. Atualmente a iniciativa apóia cem farmácias e drogarias em seis municípios mineiros, segundo Vera Helena Lopes coordenadora do projeto do Sebrae/MG.
A nova norma da Anvisa define os produtos e serviços que esses estabelecimentos podem ou não comercializar, bem como a venda de medicamentos por telefone e pela internet. A medida impacta cerca de 70 mil empresas do segmento varejista farmacêutico em atividade no território nacional, de acordo com estimativa da Anvisa. Farmácias e drogarias terão seis meses para se adequar às novas regras, segundo a RDC 44/2009. A grande maioria delas é composta por micro e pequenas empresas.
As informações são da AE |
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