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Seu Ari e dona Ilse estão de volta ao lar 
Ari Hermes e Ilse Stoelben estão de volta ao lar, em Travessa Stoelben, interior de Santa Cruz. O casal participou na quarta-feira das gravações do programa O Melhor do Brasil, da Rede Record, São Paulo, que irá ao ar no próximo dia 13, às 16h45. Ari foi protagonista do quadro Cara de Que e Ilse ficou na plateia, sendo entrevistada pelo apresentador Rodrigo Faro. Também estiveram no quadro a dupla sertaneja Jorge e Mateus e o casal Sheila Carvalho e Toni Salles. Entre os corredores da Record, Ilse cruzou com a apresentadora santa-cruzense Ana Hickmann, que trabalha na emissora. A viagem foi cheia de novidades. Veja alguns detalhes:

Café da manhã
O café foi cedo. Às 8h10 de quarta o casal Ari Hermes e Ilse Stoelben estava sentado nas mesas do Restaurante Noah, mesmo palco da janta na noite anterior. De banho tomado, cabelo lambido para trás, o agricultor estava ansioso – e com fome. Fez duas viagens no café, a segunda desconfiado. “Mas pode ir de novo? Não vão cobrar dobrado?”, questionou.

O homem que morreu e não morreu
Três dos cinco participantes do programa Melhor do Brasil estavam no Blue Tree. O quadro que levou o casal santa-cruzense à megalópole paulistana chama-se Cara de Que. Ari Hermes, 62 anos, agricultor aposentado, tem cara de quem fez o que de especial? A cara esconde, mas é um sujeito namorador. E fiel ao sogro. Casou três vezes, com três irmãs. A van da Record ficou de buscar a turma às 9 horas no hotel. Todos à espera no hall. Aí apareceram outros participantes. Eis que surge uma alma penada. Ou mais ou menos isso. Para fins jurídicos, Antonio Matias, o Zico, está morto. Em Canindé, interior do Ceará, enterraram um homem achando que era o Zico. A ex-mulher identificou como o senhor um cadáver que levou oito tiros. Enquanto velavam e enterravam o defunto, Zico vendia roupas pela região. Meia hora após o que era para ser o seu enterro, ele ligou para casa. Queria saber como estava a família. Foi um choque. Mais uma história fantástica.

Aurora do Brasil
A van estava quase chegando e ainda faltava um participante. Era Aurora Santos, a grande coincidência da viagem. “Vocês são da onde”, perguntou a senhora baixinha, muito sorridente. “Rio Grande do Sul”, respondeu Ari. “E de que cidade?”, retrucou a senhora. “Ah, Santa Cruz do Sul.” Atônita, Aurora disse: “Mentira!” Aurora Santos, 64 anos, é a mulher que percorreu 7 mil quilômetros de bicicleta. Saiu de Tramandaí e foi parar no Maranhão. Segue viajando. No momento está na Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso. O próximo passo é ir à Bolívia. Aurora foi notícia na Gazeta do Sul em 5 de maio de 2007. Pudera. Natural de Sobradinho, morou 36 anos em Santa Cruz do Sul, casou, teve filhos, deu aula de História e Geografia em escolas locais, se separou e deu no pé. Há quase cinco anos viaja pelo Brasil. Já visitou 20 estados. Faltam seis para completar o País. Eta mundo pequeno!

Na van
A van estacionou com 20 minutos de atraso. O trânsito estava complicado em São Paulo. Rotina para quem vive naquela selva de prédios. O caminho até a sede da Record, na Barra Funda, atrás do terminal de mesmo nome, levou quase uma hora. Seu Ari e dona Ilse olhavam atentos à movimentação frenética dos carros. Longas filas escoavam pelas ruas asfaltadas e largas. Encerrado o translado, chegou, enfim, a hora de encarar o programa. O relógio marcava 10 horas.

Bastidores
A turma do quadro Cara de Que foi recepcionada pelos produtores Kelly e Nonato. Todos fizeram um cadastro na recepção da emissora e ganharam adesivos de identificação. De imediato Nonato acompanhou o grupo até o camarim número 10, uma sala com dois sofás e um espelho gigante. Somaram-se ao grupo a carioca Sonia, que ganha R$ 9 mil vendendo marmitas em um Fusca rosa, e a paulista Alexandra, que conheceu seu marido no cemitério. Ele era o coveiro.
Os produtores passaram os termos de imagem para cada participante assinar e encaminharam a turma em grupos para dois procedimentos: figurino e maquiagem. No quadro, Ari ficaria ao lado dos colegas. Já Ilse iria para a plateia. Por isso só ganhou maquiagem e uma escova. Ari experimentou o macacão azul que deveria usar e depois teve as “imperfeições retocadas” pela primeira vez na vida. “Como o senhor vai explicar em Travessa Stoelben que pintaram teus olhos?”, indaguei. “Não sei ainda. Vai ser difícil”, sorriu o agricultor, encabulado.

Ana Hickmann
Mais de 100 pessoas trabalham para colocar o Melhor do Brasil no ar. É um corre-corre sem parar entre os corredores da Record. O programa que vai ao ar nos sábados, às 16h45, consome sete horas de gravação. Nesta correria, o produtor Nonato levava dona Ilse para arrumar o cabelo. Foi quando duas pernocas gigantes bateram salto no corredor. Ela mesmo. Ana Hickmann. Também de Santa Cruz. Parei a loira, que saía da gravação do Hoje em Dia, e apresentei a dona Ilse. “Eu sou lá de Santa Cruz, da Linha João Alves”, sorriu a senhora, orgulhosa. Ana posou para fotos e partiu.

A gravação
Antes da gravação, os participantes voltaram ao camarim. Simularam o quadro, recebendo as orientações. No Cara de Que, duas duplas de artistas tentam adivinhar as histórias fantásticas dos anônimos. O donos das façanhas só podem responder sim ou não. Foi um parto até o seu Ari entender a mecânica. “Fica difícil. A gente só fala alemão e fica nervoso quando tem que falar brasileiro”, se desculpava. Depois de muito ensaio, até pegar o ritmo da brincadeira, o agricultor foi para ser “microfonado”. Instalaram por baixo da roupa os microfones e um fone para ele poder falar no palco do programa. Estava pronto para encarar o Melhor do Brasil.



No ar
A dupla Jorge e Mateus e o casal Sheila Carvalho e Toni Salles estavam na disputa do Cara de Que. Na platéia, muitas excursões. Dona Ilse ficou no meio da turma. Seu Ari e os colegas ficaram em pedestais, no centro do estúdio, prontos para ouvirem as perguntas. Ao todo, a gravação do quadrou consumiu uma hora. Todos os segredos foram revelados. E Ari arrancou risos da platéia e do apresentador Rodrigo Faro. Ao final, o ex-ator global tirou fotos com a turma do Cara de Que. Ás 16 horas estava tudo pronto. No próximo dia 13 você confere como o santa-cruzense se saiu. É às 16h45, na Record.

Aero
Uma van levou os agricultores da Record para o Aeroporto de Congonhas. A saída foi às 17 horas e a chegada às 17h45. O voo estava marcado para as 20h40. Havia um avião para Porto Alegre às 18h50. A tentativa de remarcar foi em vão. Foi preciso encarar um chá de cadeira até o embarque. Já no avião da Gol, contei a história para a aeromoça. Uma turma de gaúchos, sentados nas poltronas em volta, ouviu e se divertiu. O agricultor virou a atração da tripulação. Ele só ria. E garantia que, depois de casar com três irmãs, as três cunhadas que sobraram não passariam disso. Já dona Ilse ficou alheia. Durante a uma hora e 20 minutos de voo, não desgrudou o rosto da janela. Após descer da aeronave, perguntei ao Ari o que mais tinha gostado em andar de avião. “De agora, quando descemos. Cheguei vivo.”

Hotel e volta para casa
Passavam das 22h30 quando a aeronave aterrissou na pista do Aeroporto Salgado Filho. O frio esperava os viajantes. De táxi, os santa-cruzensem foram até o Hotel Continental, em frente à rodoviária de Porto Alegre. O casal foi para o seu quarto. Às 8 horas desta quinta desceu ao segundo andar para fazer o desjejum. Enquanto o casal terminava o café da manhã, atravessei a rua e comprei as passagens para Santa Cruz. Os agricultores toparam o desafio de subir solitos até o sexto andar. A meta era ir de elevador. Não deu. Ari e Ilse foram pelas escadas até o sexto andar, esqueceram o número do quarto, desceram caminhando até o térreo, se informaram, e subiram de novo. Encontrei a dupla tentando descer de elevador, desta vez a descida final. Socorri o casal. Fizemos o checkout, atravessamos a rua e embarcamos. Box 38, Viação União Santa Cruz. Às 11h40 a aventura teve fim.

Postado por Guilherme Mazui – guilherme@gazetadosul.com.br

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Diário de bordo de seu Ari e dona Ilze 
No aeroporto
Ari Inácio Hermes e Ilse Agnes saíram às 11h45 da casa onde moram, em Travessa Stoelben, interior de Santa Cruz. Pegaram o ônibus na rodoviária às 12h30. Duas horas e meia depois estavam no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. O voo estava marcado para as 17 horas. Foi a terceira visita do seu Ari ao aeroporto. Nas outras duas o local fez parte do itinerário de excursões. "Passamos no campo do Grêmio, do Inter, no Centro e aqui", contou.

O primeiro Mac ninguém esquece
Feito o chekin no Salgado Filho, o casal tratou de passear. Olhou os aviões estacionados, tirou fotos e esperou a fome bater. Então, fiz o convite: "Que tal um MacDonalds? Já comeram?" Seu Ari arregalou os olhos azuis e disparou. "Pode ser!" Decidido esse seu Ari. Ele pegou um quarteirão e a Dona Ilse um Big Mac. A bandeija com os sanduíches, fritas e refris fez brilhar os olhos do casal. Os dois devoraram os lanches. Aos 62 anos, o homem que casou com três irmãs foi apresentado ao Ronald MacDonald.

No ar
Foi a primeira viagem de Ari e Ilse. Digo mais: foi a primeira viagem de avião de algum descendente do clã dos Hermes, Agnes ou Stoelben. Uma família gigante, com muitos irmãos, cunhados, sobrinhos e netos. "Lá na colônia tá todo mundo curioso. Pediram pra gente tirar um monte de fotos do avião pra eles verem como é", sorri o senhor. O casal debutou no boing 737 da Gol às 16h45. Dona Ilse pegou a janela. Às 17h15 o avião ganhou os ares de Porto Alegre. Chegou a São Paulo em uma hora e meia. Durante todo o trajeto a senhora ficou de cabeça coloda à janela, admirando as cidades em miniaturas. Após a aterrissagem em Congonhas, um suspiro do senhor: "Não é tão assustador assim."

Mas nem balança!
O acidente com o Airbus da Air France deixou seu Ari e a família preocupados. Um cunhado sugeriu desistir da viagem. Era muito arriscado. Cabreiro, o casal esperou a aeronave levantar voo para respirar. Lá pelas cansadas, o homem que casou três vezes e nunca trocou de sogro diagnosticou: "Mas nem chacoalha! Balança menos que o ônibus!" De imediato, perguntou a velocidade. Chutei uns 900 km/h. Incrédulo, ele retrucou: "Nein! Isso aqui tá a 20, 30 por hora. Parece que tá parado!" Tirei a dúvida com o comissário de bordo. O debut do casal num avião foi a 40 mil pés, equivalente a 12 mil metros de alturas, voando a 800 km/h.

Hotel do bom
Até às 18h30 desta terça-feira, o ponto mais ao norte do Brasil que Ari Hermes visitou havia sido Concórdia, em Santa Catarina. Foi em 1992. Desde então, circula apenas por Santa Cruz e Venâncio Aires. Agora, já pode dizer: foi a São Paulo, maior cidade da América do Sul. O senhor mostrou ser bem informado. Leu sobre engarrafamentos e os perigos da capital paulista. Ao sair da zona de embarque, segurou firme a mochila que carregava na mão. Um homem que carregava uma placa com o logo da Record nos aguardava. O Paulo nos guiou até o Blue Tree Hotel - Verbo Divino, no Bairro Campo Belo, localidade nobre da cidade. Hotel show! Quadra de tênis, sala de ginástica, piscina, restaurante, lan house, cobertura total de internet weireless, um luxo. Na chegada, um carinha de sobretudo e cap, como nos filmes, pegou as bagagens. Muito bem tratado. Quartos confortáveis, com climatizador e TV à cabo.

Comida da ruim
O restaurante Noah é anexo ao hotel. Descemos para comer após um bom banho. Pedidos sofisticados. Fetuccini ao camarão, Picanha ao Oswaldo Aranha e Lasanha Light. Nada sofisticado foi o atendimento. Os pratos levaram intermináveis 50 minutos para chegar. Uma eternidade quase se está com fome. Era mais fácil ter pedido um xis.

Cedo de pé
O itinerário de quarta-feira começou às 9 horas. O carro da Record nos buscou no Blue Tree e nos levou até o estúdio da emissora. As gravações do programa Melhor do Brasil começariam no final da manhã. Seu Ari e Dona Ilse estão ansiosos. Na janta, ficou assustado quando avisei que terá que ser maqueado para aparecer na TV. "Como vou explicar isso em casa?", riu. Ele tem até quinta-feira, dia do retorno, para pensar em uma boa resposta.

Postado por Guilherme Mazui, de São Paulo – guilherme@gazetadosul.com.br

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Melhor do Brasil 


O casal Ari Inácio Hermes e Ilze Stoelben deixaram nesta terça-feira o interior de Santa Cruz (foto acima) para participar, nesta quarta, das gravações do programa Melhor do Brasil, da TV Record. Eles chegaram em São Paulo no fim da tarde após viajar de avião pela primeira vez. O repórter Guilherme Mazui, da Gazeta do Sul, que contou a história dos dois em fevereiro deste ano – seu Ari já foi casado com duas irmãs da atual esposa –, acompanha a viagem e relatou que o casal estava ansioso antes do embarque, no Aeroporto Salgado Filho. A gravação deverá ir ao ar no próximo dia 13. Você pode saber mais sobre o assunto aqui no Blog da Redação e reler a reportagem clicando no link abaixo.

http://www.gazetadosul.com.br/arquivos/pdf/222236.pdf

Postado por Igor Müller, com foto de Lula Helfer – igor@gazetadosul.com.br

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As sombras da Saúde 
O Comitê Gestor da Prefeitura teve uma longa reunião nesta segunda à tarde com o comando da Secretaria Municipal de Saúde para tratar de mudanças no setor. Algumas das medidas já poderão ser anunciadas no meio dessa semana pela prefeita Kelly Moraes (PTB), que disse no começo da noite ter pressa para resolver ao menos os problemas mais urgentes do setor. A informatização é um deles.

Outro, mostrado pela Gazeta do Sul neste fim de semana – clique nos links abaixo para ler a reportagem –, é a marcação de consultas. Os usuários do SUS estão sendo obrigados a virarem as madrugadas nos postos dos bairros para conseguir atendimento. Enquanto isso, a Saúde apresenta um custo elevadíssimo: R$ 145 mil por dia, considerando a previsão orçamentária de R$ 53 milhões para este ano. Deste total, R$ 15,5 milhões foram gastos entre janeiro e abril. Segundo a Prefeitura, algumas das mudanças precisarão inclusive de aprovação da Câmara.

Na quarta-feira o procurador do município, Marco Borba, e o vice-prefeito Luiz Augusto Campis (PT) terão uma audiência com a promotora Nádia Baron Ricachenevsky, da promotoria cível que atua em questões ligadas à saúde e aos direitos humanos. Na semana passada ela pediu à Prefeitura uma cópia do diagnóstico elaborado por uma comissão técnica, que constatou uma situação de descontrole na Saúde.

http://www.gazetadosul.com.br/arquivos/pdf/225507.pdf

http://www.gazetadosul.com.br/arquivos/pdf/225508.pdf

Postado por Igor Müller – igor@gazetadosul.com.br

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Governo decide nesta terça se dá mais prazo à Acesc 
SAIBA MAIS NA GAZETA DESTA TERÇA

Vai depender da reunião que o procurador jurídico da Prefeitura, Marco Borba, terá nesta terça com a promotora Roberta Brenner de Moraes, a resposta para o pedido de prorrogação do prazo de prestação de contas da 24ª Oktoberfest, realizada no ano passado em Santa Cruz do Sul. Pela lei aprovada em março deste ano na Câmara, a Associação Cultural e Empresarial (Acesc) tinha até esta segunda para fechar o caixa da festa e declarar suas receitas e despesas à Prefeitura, mas às 14h35 foi entregue no gabinete da prefeita Kelly Moraes (PTB) um ofício pedindo mais 30 dias para a captação de recursos. A Oktober do ano passado encerrou com um rombo de R$ 717,1 mil.

Postado por Igor Müller – igor@gazetadosul.com.br

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Saldo positivo nas contas do quadrimestre 
Embora Santa Cruz tenha fechado os dois primeiros meses do ano com as contas no vermelho, o saldo foi positivo no quadrimestre. Os números foram apresentados nesta sexta-feira pelo secretário da Fazenda, Elstor Desbessell, em uma audiência pública realizada na Câmara por exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal. Segundo ele, o município teve receita de R$ 61 milhões e despesa de R$ 57 milhões, o que resultou em um superávit de R$ 4 milhões. O orçamento para todo o ano é de R$ 180 milhões.

O secretário alerta, no entanto, que apesar de positivo o número deve servir de alerta. Primeiro porque em anos anteriores se fechava o primeiro quadrimestre com resultados superiores e, segundo, porque é preciso fazer caixa para chegar ao fim do ano com as contas equilibradas, já que no segundo semestre a arrecadação tradicionalmente cai. “Já arrecadamos 70% do IPTU do ano, o que quer dizer que grande fatia de nossa receita própria já entrou. Agora dependeremos mais das transferências do Estado e da União e, por isso, agiremos com mais cautela nos gastos públicos”, explicou Desbessell. O mês de maio, cujas contas serão finalizadas nesta segunda, deverá fechar com as receitas e despesas empatadas.

De acordo com os dados apresentados na audiência pública, a Secretaria Municipal de Saúde foi a que teve mais recursos empenhados entre janeiro e abril. Foram R$ 15,5 milhões, o equivalente a 27% da despesa total. A secretaria com menos gastos foi a de Desenvolvimento Econômico, que recebeu R$ 234 mil. A Câmara de Vereadores gastou R$ 1,2 milhão no período.

Postado por Igor Müller – igor@gazetadosul.com.br

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Sérgio Moraes e o CQC 
Depois da repercussão que o “tô me lixando para a opinião pública” do deputado federal Sérgio Moraes (PTB) causou em todo o Brasil, essa semana ele voltou a se envolver em polêmica em Brasília. Alegando que foi abordado por Danilo Gentili, do programa humorístico CQC, da Band, de forma “desrespeitosa e debochada”, o deputado não deixou por menos e bateu boca com o repórter. Gentili fez perguntas a Moraes relacionadas aos processos nos quais ele já foi absolvido ou ainda aguarda julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF).

Após o episódio, na quinta-feira, Moraes ocupou a tribuna da Câmara para pedir providências ao presidente Michel Temer. “Está na Casa um tal de CQC, um grupo que faz jornalismo barato, com perguntas ofensivas e debochadas, tentando desmoralizar os deputados e a Casa”, disse o parlamentar, recebendo a garantia de que Temer tomará providências. O presidente da Câmara não adiantou se pretende limitar o acesso dos membros do CQC. Assim como na Câmara, o Senado também pode retirar as credenciais dos humoristas. Recentemente o presidente José Sarney (PMDB-AP) foi chamado de “dinossauro”. O programa vai ao ar segunda-feira, às 22h15, na Band.

Postado por Igor Müller – igor@gazetadosul.com.br

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Asfalto para o autódromo vai atrasar 
Prevista para a manhã desta quinta-feira, a abertura de propostas das empreiteiras interessadas em executar a primeira etapa do asfaltamento da Avenida Rudi Falk, que liga a BR–471 ao Autódromo Internacional de Santa Cruz, acabou sendo suspensa depois que uma empresa entrou com recurso. Agora o edital será reavaliado pela Procuradoria Jurídica da Prefeitura e o prazo de apresentação de propostas terá que ser aberto novamente. Com isso, o começo dos trabalhos, previsto para entre junho e julho, vai atrasar em pelo menos 30 dias.

Serão aplicados R$ 1.083.333,34 na obra. Os recursos são oriundos de uma emenda do deputado Sérgio Moraes (PTB) ao orçamento da União, com uma contrapartida do município. Nessa primeira fase o asfalto avançará por 650 metros a partir do portão da empresa ATC, onde o traçado da via sofrerá uma alteração. A avenida terá 12 metros de largura, divididos em uma pista para cada sentido com acostamento trafegável. A empreiteira que vencer a licitação terá cinco meses para concluir a obra.

Postado por Igor Müller – igor@gazetadosul.com.br

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Quanto custa uma feira do livro? 
O Sesc, que promove a 22ª Feira do Livro de Santa Cruz, divulgou nesta quarta um dado interessante: o evento custará R$ 70,8 mil, sendo que a maior fatia, de R$ 27 mil, servirá para cobrir os gastos com infra-estrutura, como coberturas do entorno do chafariz da Praça Getúlio Vargas, sonorização e segurança. A ideia da gerente do Sesc na cidade, Roberta Corrêa Pereira, ao divulgar os números é dar transparência ao evento, que é bancado pelos patrocinadores e apoiadores. A feira começa às 10 horas de sábado e vai até o próximo dia 7.

Postado por Igor Müller – igor@gazetadosul.com.br

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Com médico e UTI móvel 
A Assaf agora tem médico. Trata-se de Moacir Oliveira, que acompanhará a equipe na disputa do Estadual de Futsal. O clube também acertou com a Prefeitura a disponibilização de UTIs móveis nos jogos em Santa Cruz. O episódio da morte de Rabicó, que enfartou em quadra, deixou lições. A equipe não tinha médico e a ambulância que estava no Poliesportivo era carente de desfibrilador. As medidas oferecem mais segurança aos atletas e público.

Postado por Igor Müller, com informações de Guilherme Mazui – igor@gazetadosul.com.br e guilherme@gazetadosul.com.br

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Que venham os livros 


A 22ª Feira do Livro já está tomando forma no entorno do chafariz da Praça Getúlio Vargas, no Centro de Santa Cruz. A montagem das pirâmides que cobrirão, ao todo, 1,7 mil metros quadrados de área fica pronta até sexta-feira. Neste ano serão 26 expositores, que devem começar a se instalar na praça nesta quinta. A Feira do Livro vai deste sábado até o dia 7 do mês que vem. A expectativa dos organizadores é receber cerca de 60 mil. Apesar do prognóstico de chuva fraca para este fim de semana, para a semana que vem a previsão é de tempo seco e com temperaturas amenas.

Paralelo à montagem da estrutura, uma ação da Secretaria Municipal de Educação e Cultura e do Sesc está percorrendo as escolas do município para mobilizar alunos e professores para a feira. Com sineta na mão e cartola colorida na cabeça, a escritora Valquíria Ayres está chamando atenção da criançada para os nove dias de programação. Ler te faz diferente é o tema da feira deste ano. O patrono é o escritor Charles Kiefer.

Postado por Igor Müller, com foto de Janaína Zilio – igor@gazetadosul.com.br

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Moradores indignados no Bom Fim 
Moradores do Bairro Bom Fim estão indignados com a decisão da Justiça, que concedeu liberdade provisória ao jovem preso em flagrante pela Brigada Militar sábado à tarde logo após arrombar uma residência. Eles relatam que o rapaz teria promovido vários outros furtos e, em alguns casos, procura as vítimas depois para tentar “vender” a elas documentos e objetos levados das próprias casas. “Quem garante que ele não irá invadir nossas residências novamente? Teremos que fazer justiça com as próprias mãos?”, questionaram os moradores em e-mail enviado à Redação.

Postado por Igor Müller – igor@gazetadosul.com.br

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